Armas e rosas
E só de pensar que não precisamos mais dar uma volta desnecessária para alcançarmos a estação, o coração pede mais um momento de alegria. Afinal, do que adiantam as voltas? Girar, girar, girar e não sair do lugar? Alguns dizem que o que importa é a caminhada, outros, que o tempo é mais importante. Mas por que não falar de prazer? Sim! Parece algo até bizarro dizermos que o prazer pode ser alcançado pela simplicidade, mas confesso com os meus botões que a ineficiência é amiga do anti-clímax. Portanto, qualquer cálculo complexo sobre a felicidade se resume numa simples conta de somar: eu mais você.
Assistindo alguns filmes durante o final de semana, me deparei com um "Poucas e boas" que, como um bom Woody Allen deve ser, repleto de investigações estranhas sobre o amor e sobre relações humanas. E nada como um violão virtuoso tocando um pouco de jazz. É assim que segue o clima do filme. Conclusão? Deixe que se externem as suas emoções e sentimentos que, tanto na arte como na vida, você conseguirá maior expressividade e aceitação. Pontos e palmas para um dos mestres do riso.
E o pensamento que consegui dessas duas situações foi que precisamos de carinho. Do que adianta viver num mundo de armas ou rosas e não ter uma mão que nos afague os cabelos ou uns lábios que nos molhe o rosto? Assim, a vida seria fria e cética como os olhos de pedra da estátua que celebra o rosto dos nossos governantes. Pena não ter ido ao teatro na sexta-feira, pois nunca mais fui a uma apresentação da Orquestra local. Ao invés das notas que soavam nos violinos, fiquei com a saudade, ainda que permeada pelo sentimento de perda do dia que poderia ter sido...e não foi.
Assistindo alguns filmes durante o final de semana, me deparei com um "Poucas e boas" que, como um bom Woody Allen deve ser, repleto de investigações estranhas sobre o amor e sobre relações humanas. E nada como um violão virtuoso tocando um pouco de jazz. É assim que segue o clima do filme. Conclusão? Deixe que se externem as suas emoções e sentimentos que, tanto na arte como na vida, você conseguirá maior expressividade e aceitação. Pontos e palmas para um dos mestres do riso.
E o pensamento que consegui dessas duas situações foi que precisamos de carinho. Do que adianta viver num mundo de armas ou rosas e não ter uma mão que nos afague os cabelos ou uns lábios que nos molhe o rosto? Assim, a vida seria fria e cética como os olhos de pedra da estátua que celebra o rosto dos nossos governantes. Pena não ter ido ao teatro na sexta-feira, pois nunca mais fui a uma apresentação da Orquestra local. Ao invés das notas que soavam nos violinos, fiquei com a saudade, ainda que permeada pelo sentimento de perda do dia que poderia ter sido...e não foi.

1 Comments:
Woddy Eu e jazz, combinaçao bacana!
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Anônimo, at 21:08
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