Aspire tudo que for vida!
(Vais encontrar o mundo - disse o cobrador à porta do Campus - força e coragem para luta)
Ah, como eu queria estar deixando pegadas pelas ruas nesse inverno que traz um sol aconchegante sobre nossas cabeças. O que me dá força (além daquele papo paternalista de que estou construindo meu futuro) é a imagem da filha que brinca com seu pai na porta de casa ao lado do ponto de ônibus, é a lua com um brilho intenso sobre o céu negro que parece um olhar ao avesso, é a voz que me acorda no meio do sonho com os lençóis.
Por que as pessoas gostam de humilhar culturas outras? Por que gostamos de separar o nobre da massa? Temos medo de nós mesmos e precisamos nos afirmar enquanto classe? Acabo de assistir novamente um dos meus filmes favoritos, em que o gênio Chaplin pronuncia em algum momento, num discurso exaltado sobre o anti-militarismo, paz e sensibilidade, a seguinte frase: "A aviação e o rádio nos aproximou. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, a união de todos nós". E ainda existe gente preocupada em julgamentos. Uma pena...
Há muito, cansei de regras, de eloquência, de intelectualidade, de racionalidade, de enquadramento, de números, de teoremas, de teorias sobre a vida! Penso que posso tentar adivinhar a resposta para tudo isso: infelizmente, sei que quase todos dirão que é clichê, não sei se para me diminuir, não sei se para provar a própria inteligência, mas fato, fato mesmo é que o mundo precisa de amor. E só!
(por que não tentar então?)
Ah, como eu queria estar deixando pegadas pelas ruas nesse inverno que traz um sol aconchegante sobre nossas cabeças. O que me dá força (além daquele papo paternalista de que estou construindo meu futuro) é a imagem da filha que brinca com seu pai na porta de casa ao lado do ponto de ônibus, é a lua com um brilho intenso sobre o céu negro que parece um olhar ao avesso, é a voz que me acorda no meio do sonho com os lençóis.
Por que as pessoas gostam de humilhar culturas outras? Por que gostamos de separar o nobre da massa? Temos medo de nós mesmos e precisamos nos afirmar enquanto classe? Acabo de assistir novamente um dos meus filmes favoritos, em que o gênio Chaplin pronuncia em algum momento, num discurso exaltado sobre o anti-militarismo, paz e sensibilidade, a seguinte frase: "A aviação e o rádio nos aproximou. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, a união de todos nós". E ainda existe gente preocupada em julgamentos. Uma pena...
Há muito, cansei de regras, de eloquência, de intelectualidade, de racionalidade, de enquadramento, de números, de teoremas, de teorias sobre a vida! Penso que posso tentar adivinhar a resposta para tudo isso: infelizmente, sei que quase todos dirão que é clichê, não sei se para me diminuir, não sei se para provar a própria inteligência, mas fato, fato mesmo é que o mundo precisa de amor. E só!
(por que não tentar então?)

2 Comments:
Olha ai os resultados das aulas de comunicação heim!Tenho certeza que prof. Eloísa iria ficar satisfeita com esse texto (aliás, quem não ficaria?).
E mais aplausos ainda para o Grande Ditador, cujo discurso final deveria ser impresso e panfletado pelas cidades, pra que todo mundo pudesse acordar e ver o que vale a pena.
Bjs Ju, parabéns pelo novo blog!
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Anônimo, at 20:42
Grande, concordo!acho q já até comentei isso contigo!
Abraço!
By
Anônimo, at 16:34
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