Cantando ao sol
O estômago anda meio embrulhado, as tonturas aparecem com uma boa frequência, mas nada como uma bela manhã de sol. O azul sem nuvens simplesmente revitalizador, como a água-de-côco que eu fui comprar a alguns passos de casa. Eu decidi que eu precisava sair, ir aproveitar aquele dia lindo, aquele ar que empesteava o resmungão em sua pobre cisma com o mundo. Talvez eu precisasse de uma praia, aquela que eu tive saqueada pelo cinza e pela melancolia da despedida do Brasil na Copa.
(apagando a sétima vela)
Conversas sobre cultura e estereótipos e massificação e contra-cultura e cultura alternativa. Não minto que preferia ter sentado na grama ao som do meu harmônico violão, mas foi uma ótima aula às 8 da manhã. Ainda voltei sentado no ônibus mais disputado dos terminais sentado e consegui um lugar livre para deixar a mochila. Se Deus fosse uma espécie de Netinho, poderia apostar que estava tendo um dia de princesa.
(ah, se eu tivesse mais duas paredes...)
Sentindo falta de um bom filme. Acho que vou reassistir "O grande ditador" esses dias: clássico é clássico e vice-versa (parafraseando um ex-jogador do futebol gaúcho, com a ínfima diferença de que não ganhei milhões para tal) e, além do mais, preciso ouvir mais uma vez o discurso final do filme. Depois de um bom sal de frutas com aroma de laranja e algumas pílulas de antiácidos, nada como um abraço.
E jamais esqueçam: é pela boca que começa toda a morte e todo o amor.
(apagando a sétima vela)
Conversas sobre cultura e estereótipos e massificação e contra-cultura e cultura alternativa. Não minto que preferia ter sentado na grama ao som do meu harmônico violão, mas foi uma ótima aula às 8 da manhã. Ainda voltei sentado no ônibus mais disputado dos terminais sentado e consegui um lugar livre para deixar a mochila. Se Deus fosse uma espécie de Netinho, poderia apostar que estava tendo um dia de princesa.
(ah, se eu tivesse mais duas paredes...)
Sentindo falta de um bom filme. Acho que vou reassistir "O grande ditador" esses dias: clássico é clássico e vice-versa (parafraseando um ex-jogador do futebol gaúcho, com a ínfima diferença de que não ganhei milhões para tal) e, além do mais, preciso ouvir mais uma vez o discurso final do filme. Depois de um bom sal de frutas com aroma de laranja e algumas pílulas de antiácidos, nada como um abraço.
E jamais esqueçam: é pela boca que começa toda a morte e todo o amor.

2 Comments:
(ah, mais duas paredes)
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Anônimo, at 03:10
po cara!te invejo por vc ter conseguido ir sentado no campus!!
Abraço!
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Anônimo, at 22:35
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